quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

empaquei.

eu tava bem, po. por que sempre tem um animal pra tomar a atitude mais besta e impensada possível e te broxar profunda e irreversivelmente?

mas agora nem vale mais a pena falar disso. resolveu, tá resolvido. ficar ressuscitando problemas não vai ajudar.

nem ficar levando. levando o que? e pra onde? porra, perdi o foco. e eu tinha um.

tá que essa coisa de foco e objetivo é sempre de um equilíbrio muito sensível. mas é como se eu tivesse esgotado os planos b. não tem mais plano b.

eu poderia afundar minha cabeça num buraco vazio e escuro por uns meses... é uma estratégia a se considerar.

o problema é que não me sinto minimamente disposta a fazer o que se precisa fazer, mas também não aguentaria o tédio de esperar o tempo correr.

sei lá. eu nem queria mais. eu queria melhor.

po, será que eu vou virar (de novo) uma daquelas pessoas que não consegue falar dos problemas pra evitar enxergá-los demais? po, eu não quero isso, de verdade.

eu não tinha medo. semana passada eu não tava com medo.

sim, é fácil não ter medo quando você sabe exatamente onde tá pisando. ou pelo menos, pensa saber. será que eu to virando (de novo) daquelas pessoas que prefeririam não ver o que de fato é a coisa pra se manterem seguras?

po, também não quero isso.

quero inventar um jeito de me equilibrar nas verdades. será que dá?

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Malz ae

Cara, na boa, sou só eu que me canso profunda e irremediavelmente com essa piração de TER que ver, TER que ouvir, TER que ler, TER que conhecer? Papo sério. De coração, acho toda essa busca doida por estar antenadinho tão, mas tão vazia de sentido. Que piração, isso.

Tão fútil.

Se eu ler mais uma, só mais umazinha indicação de qualquer merda que seja, eu juro que vomito. Se ajuda, ok mundo, ok pessoas, ok todos: parabéns, vocês são cool e moderníssimos. São zuper inteligentes e interessantes com seus top 5 de álbuns geniais e livros espertos e filmes conceituais.

Mas assim, eu me divirto mais sendo brega e ouvindo o meu mesmo bom e velho cd preferido de 30 anos atrás do que sendo esperta como vocês. Essa ânsia de novidades pra engolir e vomitar fede. Essa vontade de se encaixar em estereótipos pra fugir de estereótipos, putz, isso fede. Eu fazia isso quando tinha 13 anos, cara. Vocês não tão inovando, amiguitchos. Tem pelo menos 20 pessoas na sua sala em qualquer aula da faculdade que tá fazendo o mesmo. Vocês tão sendo nauseantemente comuns.

Vão lá serem legais, que eu to bem aqui com a minha paz de ruminar coisas.