domingo, 4 de dezembro de 2011

ahhh nem morrer eu posso. que merda.

(até nisso eu tenho medo de "desagradar" os outros. que vergonhoso.)

sábado, 24 de setembro de 2011

que imbecil. 21 anos e ainda não aprendi a fazer/ter/manter amiguinhos. continuo sem ter companhia.

que saco escrever as mesmas coisas, no mesmo lugar, depois de anos. muita incompetência, muita inaptidão pra vida em sociedade.

muita vontade de me jogar fora.

que droga. acho que vou ser assim o resto da vida. (ainda ACHO? já deveria ter me convencido há alguns aninhos...)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

olha como eu sou pilantra, postando no blog. nem tenho mais 15 anos, isso nem se justifica mais. mas eu continuo sendo a mesma tosca, com as mesmas lamentações. mentira, não são as mesmas, mas o sentimento é. to escrevendo pra mesma pessoa pra quem eu escrevia esperando que ele me salvasse. mas não espero mais ser salva, pelo menos nesse sentindo eu amadureci um pouquinho. não espero mais que as pessoas ajam como um meteoro, devastando e renovando meu mundo. espero só que elas continuem a ser elas, do jeito que as amo, e que continuem perto de mim. não acho que nada deva ser devastado, não sonho mais com páginas em branco. as coisas caminham bem mais lentas e dão trabalho, nenhum meteoro vai cair do céu, nada vai cair do céu, e assim eu desejo, na verdade.

agora eu to aqui, praticando a boa e velha modalidade inútil e vazia de existência. me sinto até em casa fazendo isso. todo aquele esquema que vc conhece bem. mas pra que? por que? to esperando que tenham pena de mim ou que me deem mais atenção? eu ficaria envergonhada se achassem que eu to precisando de algo, porque eu sei que não to. to com preguiça? é falta de vergonha na cara? não sei porque ainda me pergunto sobre isso, mesmo depois de tanto tempo, mesmo depois que o desenrolar da coisa já se tornou conhecido e previsível. ainda to me perguntando sobre isso? nunca achei nenhuma resposta, não tem nenhuma. não tem nada por trás de se sentir vazio. nenhuma necessidade real, nenhum drama real, nenhuma filhadaputice. não tem motivo, quando vem não tem como fugir, só esperar passar. no big deal. nada fora do meu normal.

meu estilo está exatamente igual o seu. hehe. desculpas. mas é uma boa maneira de se expressar.

acho que ainda me pergunto sobre isso porque esse sentimento de estar empacada é uma merda. e eu não to, eu tenho consciência disso, mas me sinto no limbo do limbo que esse ano tem sido. "do latim, "limbus": orla, debrum, margem, franja". liminaridade. entre uma coisa e outra. eu adoro esse conceito, só não gosto de estar nele. a fronteira não é simplesmente uma linha que se cruza, há um espaço intersticial, as coisas não se dão por um pulo, o novo precisa ser gestado, criado, e enquanto se faz isso já não se está mais na posição anterior. nem na próxima. esses períodos de transição costumam ser entendidos em várias sociedades como períodos malditos, perigosos. pode-se achar que é simplesmente pelo risco de não se conseguir fazer a transição, mas acredito que é principalmente pela impossibilidade de enquadrar em categorias.

gestemos então, paciente e ativamente, o novo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

wanna have babies so bad

segunda-feira, 11 de abril de 2011

tinha esquecido de como isso me afeta tão profundamente e de como eu nunca soube o que fazer.

sábado, 29 de janeiro de 2011

a fuckin' idiot.

e se eu perder o que tenho, that's just because I'm a fuckin' idiot.

domingo, 16 de janeiro de 2011

I'll be your baaaaby toniiight

e amanhã. e no dia seguinte. e no seguinte, se vc deixar. :)
eu não sou uma pessoa exatamente esperta e geralmente faço merda quando não sei o que fazer. de repente eu deveria era estar dormindo e não pensando nisso simplesmente porque se preocupar geralmente é o primeiro passo pra ficar confuso e fazer exatamente o tipo de merda que você não quer fazer. mas então, não to dormindo. eu tenho quase a completa certeza de que eu não sei cuidar de coisas e pessoas e que não consigo passar o tipo de segurança que elas geralmente precisam. e eu sei que repetir o que se sente não é algo muito persuasivo e que se falta persuasão é bem provável que suas ações estejam sendo de alguma forma insuficientes ou problemáticas de algum jeito. sei lá. to preocupada de verdade com isso. tipos, como assim eu não consigo dividir o quanto to feliz justo quando to mais feliz? eu sabia que não era esperta, mas eu achava que era pelo menos mais um pouquinho que isso. eu achei que pelo menos colo eu sabia dar, e carinho. e que isso pudesse de alguma forma demonstrar o que realmente significa. caralhos, eu to com medo de não conseguir. alguém me ensine!