Não sei em que dia conheci Ana.
Não sei em que linha de metrô me insustentava em pé,
para onde ia, de onde vinha.
Dessas coisas não sei.
Sei, entretanto, com toda certeza,
da cor de vinho do seu esmalte
e do brilho líquido que me secou a boca.
Foi então que grande fome
devorou os dias, os relógios, a papelada.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
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3 comentários:
oi yasmin, prazer. vc á amiga do rapha? legal que vc curtiu meus sinceros versos. eu gostei bastante dos seus tmb e posso até arriscar dizer que já vi essa ana comendo bergamota por aí...rss
bjkss
figuei intrigado, quem é ana?
gostei mto. mas tb quero saber quem é ana. parece intrigante.
na verdade, adorei os ultimos textos.
bjao
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