Hoje não é um dia de sorrisos, nem um dia de lágrima. Hoje é um dia de mãos dadas. Não mãos dadas na obviedade de um encontro, nem mãos que conduzem. Mãos, na verdade, nem mutuamente dadas. Hoje é um dia de mãos que procuram e apertam outras mãos. E esse aperto é tão maior que o toque, é um aperto das mãos das almas. Isso, talvez seja isso: almas segurando uma as mãos da outra no meio do caos de egos. E esse gesto é de uma generosidade tão comovente que eu não saberia descrever.
sábado, 1 de setembro de 2007
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