sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Do par

Hoje vou de um par de poemetos que quase brigam pela repetição da idéia. É que a coisa me rendeu, e me rendeu como nenhuma coisa tinha rendido nesse tempão todo sem postar nada. Me preocupa a reprodução de algumas construções, me senti amarrada depois do parto do primeiro. Eu me precisei demais delas no segundo. E veja que primeiro é o mais abaixo, o segundo este mais acima. O segundo me saiu tão gostoso que na vaidade quase quis matar o precursor, e isso ainda não tá descartado não. Mas por enquanto, melhor ficamos assim, o primeiro rebaixado a incubadora e o segundo elevado a digestão completa. E vamos vendo como fica.

(Já dava saudade isso aqui...)

2 comentários:

Anônimo disse...

com sinceridade, não li os poemas, tive preguiça, ou coisa do gênero...


quero amor
quero amor
quero amor

tive vontade, pronto, falei!
e foi só!

saudades mesmo, daquelas que deixam vazio, de você minha companheira de tudo!

bjões

Unknown disse...

O.o sodades de q vc escreve, do q vc diz, do q vc passa....

Escri toura!