Escorregando
Pra dentro e pra fora de leitos
Diz aquele poema.
O suor é sagrado.
Há alma nele?
há alma em algum lugar?
O amor só me fez desalmar.
De tanto amor morri miserável
De noite
No banho de manhã
No metrô
Ia morrendo, miserável.
O suor não
É preciso mergulhar nele.
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