Não quero o querível, o querível me nauseia. Quero é querer sem a crueldade imperdoável de ter que avaliar o quanto me permite querer o que de fato quero. Quero querer o valor incalculável do que nada vale. O valor inestimado e ignorado do que de nada serve. Não quero querer meios pra querer, os meios que são só adiamentos do fim. Cansei, profunda e irreversivelmente, desse querer indireto e mentiroso. O fim é agora.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
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Um comentário:
nem sabia q vc tinha blog. bem bacana.
vou ler ainda, fiquei curioso.
no chile eu tb tinha um blog, mas ta meio abandonado.
raphaelvizeu.blogspot.com
prox semana coloco meus poemas nele.
ate mais.
rapha.
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